quinta-feira, 15 de maio de 2014

Capitulo 5 – Está com medo?

Por trás da nuvens escuras de uma tempestade 
sempre ha um arco-íris!

                           
Já era tarde de mais para não ir. Eu havia prometido pra minha mãe que hoje mesmo sairia para procurar a tal empregada. Claro que ela teve que explorar muito pra mim ir, pois eu não gosto muito de sair de casa.
Levantei e tomei um banho rápido. Meu cabelo secava rapidamente, então não era necessário seca-lo. Coloquei a primeira roupa que apareceu em meu armário. Desci, tomei um café com leite, com um pão com pasta de uva. Quando terminei de tomar o café, me toquei de que nossos carros só chegariam amanhã e que eu ainda não conhecia nem os ônibus nem a cidade. Então a primeira coisa que me veio na cabeça foi de ligar pra Miley. Subi as escadas rapidamente e peguei minha mochila. Ela havia deixado um papel com seu número dentro do meu estojo. Peguei o papel e o disquei.

*
 -Alô!
 -Miley?
 -Sim. Joe?
 -Isso...
 -Nossa, eu jamais pensei que você fosse ligar.
 -Bom, é que eu estou sozinho em casa e...
 -E está com medo?
 -NÃO! Eu preciso que você me dê uma carona. Prometi pra minha mãe que iria a procura de   uma doméstica hoje.
 -Bah! Bom, eu estou meio ocupada. Mas, hã... Acho que a Demi... É, a Demi pode te ajudar. Eu vou ligar pra ela e depois te mando uma mensagem, pode ser?
 -Bom, eu acho que...
 -Tá bom, tchau!
 -Ham, é... Tchau!
*

Eu não queria que fosse outra pessoa! ARG!!! Mas de qualquer forma, eu tenho que me focar em não apanha da minha mãe com plenos 18 anos de idade.
Cinco minutos depois da ligação, Miley me mandou uma mensagem.

*
Passei seu número pra ela. Eu esqueci que não sabíamos onde você mora ^. ^
*

Havia alguém me ligando, deveria ser ela.

*
 -Oi, Demi?
 -Isso. Eu preciso saber onde você mora.
 -Nem se estressa. A Miley inventa. Eu...
 -Joe! Não se preocupa. Sempre é bom alguém que te ajude a conhecer a cidade.
 -Em que rua você mora?
 -Moro na rua Alameda.
 -Ah... É? Pq eu tbm moro na Alameda. Você deve estar morando na cada do meu antigo vizinho. É uma casa meio bege com marrom?
 -Essa mesma.
 -Somos vizinhos então, moço. Tô pegando o carro.
*

Segundos depois ouvi uma buzina na frente da minha casa. Okay, isso é estranho. Como isso se chama? Me digam, por que eu realmente não sei.
Antes deu entrar no carro, ela saiu e jogou a chave em minha direção. Eu peguei. Ela queria que eu dirigisse. Okay, melhor assim. Abri a porta do passageiro pra ela entrar, ela me agradeceu, eu entrei no carro e partimos.

-Até o sindicato é uma longa viajem. É do outro lado da cidade. Então, sei que você não é muito disso, mas vamos conversar.
-Certo. Sobre oque?
-Você. Me diga mais sobre você.

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HELL YEAH! E ai galera, como vão vocês? Eu vou bem, bem ocupada heuehueh
Bom, está ai mais um capitulo e eu cheguei a uma conclusão. EU VOU NARRAR SÓ O JOE, somente ele. Mas, eu estou escrevendo outra fanfic Jemi e nela vou narrar a Demi, okay?
Bom, quando eu começar a postar lá, eu posto o link aqui.

Besitos, amo vocês e sei que eu não mereço, mas comentem :3

terça-feira, 6 de maio de 2014

Capitulo 4 – Não vamos julgar você.

Pesadelos viram sonhos
Assim, em um passe de magica.

Quando o professor pediu pra mim me levantar, eu paralisei. Só consegui me levantar por que não havia ninguém -além de Miley- olhando pra mim, afinal não sabiam quem eu era. Me levantei bem devagar e os olhares começaram a aparecer, e com os olhares vieram os comentários. Eu escutava as pessoas falando ao meu respeito, minhas pernas amoleceram. Era como se eu não conseguisse mais move-las. Quando finalmente cheguei a frente, não ousei olhar para a frente, fiquei olhando para o professor e disse:
-Hã, meu nome é Joseph e eu tenho 18 anos, vim de Nova Jersey e... Acho que é isso.
-Obrigada Joseph, vai ser um prazer passar o ano com você. –disse olhando-me e depois olhando para o resto da turma.
-Obrigada professor.
Sentei-me ainda como alvo dos olhares e dos comentários. Como eu odiava isso! Eu queria sair correndo daqui e ir pra casa, não queria nunca mais olhar para cara de pessoas desconhecidas. Só de pensar eu teria que “conhecer” os amigos de Miley eu já estremecia. Eu definitivamente estava vivendo meu pior pesadelo.
Depois da aula estressante de Química, tivemos duas de história. Foi melhor, por que só tive que me apresentar para o professor e mais ninguém. As aulas passaram rápido, de alguma forma e já estávamos nos preparando para o intervalo. Quando o sinal tocou, fui direto para a cantina, pedi um cappuccino simples e um mini sanduiche. Quando me virei, adivinhem quem estava atrás de mim.
-Oi Miley. –disse com cara de tédio.
-Oi! –disse ela animada– Eu quero te apresentar meus amigos. -Ela apontou pra mesa onde todos estavam sentados.
Eu disse que não estava com muita vontade, mas ela insistiu. Esperamos mais cinco minutos até o meu pedido estar pronto e fomos até a mesa. Eu estava hesitante e em segundos meus músculos passaram de relaxados para totalmente contraídos.
-Digam pro Joe. –Miley falou para eles e sorriu sem mostrar os dentes.
-OI JOE! –disseram sorrindo.
Fiz um sinal com a cabeça em resposta e em seguida, a abaixei.
-Joe?! –Miley chamou minha atenção.
-Oque? Hã... –respondi, sem saber oque dizer, até que uma das amigas de Miley me interrompeu.
-Escuta... Joe. Não precisa ficar tímido, todos nós já tivemos a experiência de estar em um lugar novo e não conhecer ninguém. Somos pessoas legais, não vamos julgar você sem ao menos te conhecer. Além disso, você parece ser uma pessoa legal. Prazer Joe, eu sou Demi. –ela disse isso com tanta calma e seriedade que eu até esqueci que estava no meio de estranhos. Ela me mostrou uma belo sorriso e eu não me pude me conter em mostrar o meu melhor.
-Você está certa. –foi a única coisa que consegui dizer.
-Bom cara, eu sou Liam, esse são Travis, Logan e Zac. Demi, Vanessa e Selena.
-Prazer.
Ainda haviam dez minutos de intervalo, aproveitei e os conheci melhor e também tomei o meu café. Acho que finalmente achei o meu lugar. Contei a eles que eu era muito tímido e que só conversei com Miley por que nos esbarramos e depois disse ela me atacou. Eles me contaram que Miley era assim, objetiva. E eu só pude rir.
O sinal logo tocou e as próximas aulas eram geografia e matemática. Na hora de ir embora eu não pude conversar direito com eles, mas dei tchau e fui embora.
Quando cheguei em casa, coloquei a pizza que minha mãe tinha deixado no forno e percebi que não havia ninguém em casa. Nick e Kevin deveriam ter feito amigos e ido almoçar na casa deles, minha mãe e meu pai estava trabalhando e Franklin ficaria na escola até as cinco e quarenta e cinco da tarde.
Quando a pizza ficou pronta comi dois pedaços e fui pro meu quarto. Minha mãe me ligou logo depois, conversei com ela por alguns minutos e depois desliguei. Estava morrendo de sono, então dormir por uma hora. Quando acordei, lembrei que teria que ir atrás de uma empregada doméstica e me desanimei.

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Oe! Bom, eu quero pedir desculpa mais uma vez por demorar a postar. Mas em minha defesa, foi por que eu fui no show da Demi em POA, haha, foi perfeito. E eu ainda fiquei muito cansada e como eu nem tinha terminado o capitulo não deu pra postar.

Mas mudando de assunto, vocês perceberam que eu estou narrando só o Joe, não?
Eu estou pensando em narrar só a Demi e o Joe, oque vocês acham?
Comentem por que eu NECESSITO saber a opinião de vocês J


Obrigada pelos comentários e sugestões. AMO VOCÊS!

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Capitulo 3 – É morte certa.

Capitulo 3 – É morte certa.
Imagine uma nova
História para sua vida e
  Acredite nela.


POV’S NARRADORA

Denise foi fazer a matricula de Frankie, Nick e Joe. Nick não quis estudar na escola perto de sua casa, disse que prefere ir de carro para o centro todo dia. Já Joe disse que tanto faz como tanto fez. Sendo assim, Denise fez a matricula de Nick no ¹Emillian e a de Joe no ²LifeWay.


 POV’S JOE

May 25th, 20:37 Sunday

Acho realmente que minha mãe não percebe que o Nick pediu pra estudar em outra escola por que sente vergonha de mim. Por eu ser tímido. As pessoas não entendem, não sabem. Mas eu não estou nem aí, eu não escolhi ser assim. Simplesmente sou. E sinceramente, não quero mudar.
Hoje é domingo. Amanhã eu vou ter que me apresentar na escola. Provavelmente vão me colocar na frente da turma inteira pra falar de mim e esse pensamento não me acalmava.
Eu estava deitado em cima da minha cama, pensando nisso e escutando minha banda favorita, Green Day. Eles me acalmavam um pouco. Escutei os gritos da minha mãe vindo lá de baixo me chamando para jantar. Gritei de volta dizendo que “estava de boa”, dei play na música e voltei a ouvi-la.
Quando percebi, meu despertador estava tocando. Não acredito, eram seis e meia da manhã, eu peguei no sono ontem a noite.
Somei forças que saíram bem do fundo do meu ser, para poder levantar daquela cama. Quando levantei, tomei banho, vesti uma calça jeans preta surrada, um pouco justa e uma camiseta do Sistem Of A Down, por cima coloquei uma jaqueta jeans também preta e um Vans azul escuro. Desci tomar café e estava só a minha mãe.
-Oi mãe. –falei mordendo minha torrada.
-Oi filho, tudo bem?
-Não! –falei ríspido.
-Filho, por que você não vê isso como uma oportunidade de mudar sua situação e mostrar para o seu irmão que você também pode ser popular?
-Não mãe, obrigado. Tô bem assim! –falei, mais uma vez, ríspido. Minha mãe apenas suspirou.
Não sei o porquê de encasquetarem com isso, parece até que esqueceram, mas eu não, eu nunca vou esquecer.

***

Eu fui para a escola bem devagar, a pé, pra ver se chegava atrasado e eles não me deixassem entrar, mas não cheguei. Mesmo em passo de tartaruga consegui chegar 7 minutos antes de bater o sinal. Caminhava pelo corredor procurando a sala do diretor, cabisbaixo, não queria que ninguém percebesse minha presença. ERRO FATAL. Por este motivo esbarrei em uma garota, bonita, um tanto quanto alta, cabelos curtos e loiros (pintados), olhos azuis, roupas BEM extravagantes. Pedi desculpa e sai andando. Ela se virou pra mim, me olhou e disse:
-Ei, espera!
-Oi? –falei receoso.
-Você parece meio perdido, é novo? Quer ajuda? –ela me perguntou.
-Não, valeu...Tô de boa. –falei a olhando.
-Então você sabe onde é a sala do diretor? –ela me perguntou arqueando uma sobrancelha.
-Hã, bom, hã... Não, mas... –ela me interrompeu.
-Mas nada, vem que eu vou te ajudar. Não precisa ter vergonha. Meu nome é Miley e o seu? –ela disse rápido e agarrando meu braço.
-Jo-Joseph. Mas... Pode me chamar de Joe.
- Nome bonito. A sala do direto é aqui. Entra e eu vou te esperar aqui fora. –ela disse sentando em uma cadeira que havia ao lado da porta e cruzando as pernas.
-Não precisa, eu me viro quando sair daqui. –falei um pouco assustado.
-Tá louco? Engoliriam você vivo se vissem você sozinho por aqui. Bonito, novo e tímido, é morte certa. Elas gostam de carne nova. –ela disse risonha.
-Hã... Tá. –disse ainda mais assustado, porém rindo.
Bati na porta e entrei, conversei com o diretor, peguei meu horário e sai. Miley realmente estava me esperando, sentada no mesmo lugar, parecia que nem havia se movido.
-Oi? Como foi? –perguntou se levantando rápido.
-Foi... Foi bom.
-Me deixa ver se você ficou com o mesmo horário que eu. –ela arrancou o horário da minha mão, olhou, olhou pra mim e sorriu.
-Aaah, a gente ficou no mesmo horário. Vem eu vou te apresentar pros meus amigos.
-Você é bem... Objetiva, né? –falei rindo.
-Sou. Agora vem.

Quando saímos o sinal tocou, nem deu tempo dela me apresentar aos seus amigos,  ainda bem, pelo menos assim, eu tinha tempo pra me preparar. Ela me explicou onde era a sala e disse que iria depois. Quando achei, sentei e esperei a hora do show. Dito e feito, foi só todos se acomodarem e o professor me chamou.
-Joseph, poderia se levantar e se apresentar para a turma?

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Heeey, tudo bem com vocês? Mais um capitulo pronto, comente e me digam oque estão achando da história e qualquer erro, desculpa.

Eu fiquei meio chateado por vocês não terem comentado no capítulo anterior, mas resolvi postar mesmo assim. Mas eu realmente preciso que vocês comentem, nem que seja a coisa mais simples do mundo, por que se não eu fico sem criatividade para criar os capítulos.

1 comentários pro próximo capitulo?

sábado, 26 de abril de 2014

Capitulo 2 – Eu nunca pensei que iria dizer isso!


Às vezes,
Coisas simples e bobas
Fazem-nos mudar tudo,
Nossas opiniões, até nossa vida.




POV’S DIANNA

Eu mostrei a tal casa para a família de Denise e eles adoraram. Já até se comunicaram com a dona. Amanhã de manhã eles se encontraram, acontecerá o pagamento e após o meio dia já poderão tomar a casa como sua.
Os conheço a pouco tempo, mas estou totalmente feliz por eles!
Logo que cheguei em casa fui fazer um café para a minha família, em principal para Demi que estava meio febría. Meus outros filhos estavam no quarto de David assistindo TV. Subi até lá para chama-los.
-Meus amores, vamos tomar café? –perguntei feliz por vê-los se dando tão bem.
Todos desceram animadamente enquanto eu ia chamar Demi que estava dormindo em seu quarto.
Ela não estava com uma expressão nada boa, isso me deixava preocupada.
-Filha! Demi? Tudo bem?
-Sim mãe, melhor que ontem! –disse com voz de sono.
-Eu passei no mercadinho e comprei algumas frutas pra você. Guarde algumas ¹aqui no seu quarto. –falei acariciando seus longos cabelos negros.
-Vou guardar sim!
-Vamos tomar café? –perguntei.
-Estou indo.

POV’S DEMI

Logo após minha mãe sair do meu quarto, levantei-me e fui ao banheiro, fiz minhas necessidades, lavei minhas mãos e escovei meus dentes. Depois, tirei meu pijama e coloquei uma calça de moletom preta e bem justa, uma blusa de manga comprida amarelo fraco e uma jaqueta cinza claro simples por cima. Estava com muito frio, afinal, estava com febre.  Meu cabelo estava muito embaraçado e eu não estava com a mínima vontade de arruma-lo. Então coloquei uma touca preta, fiquei de meia e pantufa e desci as escadas lentamente, está tarefa era um pouco difícil, pois faziam mais ou menos 27 horas que eu não saia da cama para absolutamente nada a não ser, ir ao banheiro.
-Oi. –disse abatida.
-Oi maninha. –disse Dallas, meio debochada. Mas tudo bem, já havia me acostumado com esse jeito dela e sabia que ela não fazia por mal, era simplesmente, o jeito dela.
-Mana, estava tão preocupada com você. –disse Maddie me abraçando.
-Eu estou bem. –disse forçando um sorriso.
-Não toquem muito na sua irmã. É ruim quando estamos doentes. –disse minha mãe.
-Tudo bem, mãe. –falei.
-Eu também estava preocupado, mamãe não deixava ninguém entrar no seu quarto. Eddie só entrou por muito sacrifício. –disse David, meio brincalhão- Te amo baixinha.
-Também te amo David.
-Vamos tomar o café? –perguntou minha mãe.
-Vamos, mas cadê o Eddie? –perguntei.
-Seu pai foi trabalhar Demi, lembra? Hoje é segunda-feira. –minha mãe me respondeu.
-Meu Deus! Por quanto tempo eu morri? –perguntei com a mão no rosto, todos riram.
Comemos tranquilamente, estava até me sentindo melhor. Acho que amanhã iria para a escola. Estava morrendo de saudades dos meus amigos, Selena, Miley, Vanessa, Travis e Logan, já que minha mãe fiscaliza meu celular quando estou doente e só me deixa ficar com ele quando ela precisa sair. Ah dona Dianna! Ainda bem que sexta-feira Vanessa ligou pra cá perguntando o porquê deu não ter ido a aula e não estar atendendo o telefone. Minha mãe explicou, dizendo pra não se preocuparem e que não era pra nem uma dos cinco ligarem novamente. Rir pra não chorar.
Depois de comer, disse pra minha mãe que já estava bem e que iria para a aula amanhã. Ela me devolveu meu celular e eu subi de volta para o meu quarto.
A primeira coisa de fiz foi mandar mensagem para cada um dos meus amigos. Não falei muita coisa, apenas disse que estava tudo bem, perguntei como eles estavam e se havia alguma novidade. Quando acabei, arrumei meu uniforme, e fiz o dever de casa para terça-feira. Tomei um banho rápido e desci para almoçar.
A empregada tinha feito espaguete, um de meus pratos favoritos. Dei muitos beijos nela. Pedi a ela que arrumasse meu quarto, já que estava cheio de papeis higiênicos no chão e ninguém o arrumou por quatro dias. Enquanto eu almoçava, ela o arrumava.
Quando terminei de comer, subia as escadas correndo pra ver se alguém havia me respondido. Todos haviam. Disseram que estão bem e que não vem à hora de me rever. Vai dizer, eu tenho ou não os melhores amigos do mundo? Eu estava com tanta vontade de voltar pra escola que... Eu nunca pensei que iria dizer isso! Aliás, pensar isso.
O resto do dia passou rápido. Minha mãe finalmente me deixou entrar na internet, então fiquei praticamente a tarde inteirinha conversando com Vanessa, Miley e Logan. As 16:43 Travis me ligou, perguntando se eu não queria que ele me passasse a matéria que eu havia perdido. Eu disse que sim, ele disse que dali uns 15 minutos passava na minha casa com os cadernos de sexta e hoje (segunda). Dei tchau para Van, Miley e Log e logo depois Travis chegou. Minha mãe estava pondo o café na mesa. Tomamos antes de começar.
Subimos e começamos o trabalho. Até que não tinha muita coisa. Precisava copiar dois textos de história e um de português. E fazer alguns exercícios de matemática. O resto era rapidinho. Terminamos as 18:48. Depois, ficamos conversando até as 19:16, até o pai de Travis vir busca-lo.

¹Aqui no seu quarto: Ela tem um frigobar no quarto.

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Eu queria comentar sobre as frases do começo dos capítulos. Bom, se não tiver os créditos em baixo da frase é por que ela é minha, então se pegaram, creditem. Plagio é crime. Obrigado!

Qualquer erro, desculpem J

P.S.: Gente, me perdoem. Sei que demorei muito para postar, mas é que acabei ficando sem internet e só pude postar hoje porque vim para a casa de meu pai. Eu li os comentários e agradeço muuuuito mesmo e peço desculpas mais uma vez, continuem acompanhando e se eu demorar pra postar de novo vocês sabem o por quê.
Se tiver 1 comentário até amanhã eu posto o terceiro capitulo!
(Respostas aos comentários no post do capitulo anterior)

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Capitulo 1 – Acho que gostar ninguém gostou.

Mudanças podem fechar portas, muitas portas.
Portas que não queríamos que se fechassem.
Mas devemos saber que estas portas
Poderiam ter o caminha para o abismo!



 May 19th, 21:43 Monday

Toda a família Jonas estava na sala de estar de sua casa, que logo não será mais sua. Eles terão que viajar de ultima hora, de Nova Jersey até Los Angeles, pois Paul tivera uma transferência no trabalho.

-Vocês gostaram da ideia? –perguntou Paul, com certa insegurança.
-Olha pai, acho que gostar ninguém gostou. Fomos avisados ontem à tarde, tivemos que arrumar tudo muito rápido, vamos deixar muito pra trás. Além disso, todos temos uma vida aqui. Kevin terá que parar logo no começo da faculdade e eu tive que terminar com a Nicole com quem eu estava há dois anos e meio. E nós temos amigos aqui, como fica? –falou um dos filhos mais novos.
-Nicholas, eu sei que você está muito preocupado com está história desde que recebemos a noticia que deveríamos mudar. Mas tenha uma cabeça boa, o emprego do seu pai é muito bom e ele vai receber muito mais do que já recebe só por causa dessa tal transferência. Pensa que você, seus irmãos, todos poderemos conhecer gente nova. Você sabe mais do que ninguém que o Joe precisa disso. –disse Denise, doce como sempre.
-Nick, simplesmente vamos ver no que isso vai dar. –disse o mais velho.
-Ok.
-Bom, é melhor irmos que o avião logo partirá. –falou o mais novo.
-Olha gente, nós sempre fomos uma família muito divertida, que mesmo em momentos tristes arranjávamos motivos pra rirmos e só por isso, só por uma viajem vamos ficar de mau um com outro? Vocês...
-Não estamos de mau um com outro, nós só... -Nicholas foi interrompido enquanto sussurrava.
-Cala boca, você é o que tem menos razão aqui. O papai não tem escolha, a mamãe está certa e o Kevin também. Simplesmente vamos ver no que isso vai dar. Se não der certo, tenho certeza que o papai vai dar um jeito. –falou Joseph.
-Mas nem temos lugar pra ficar.
-Podemos pedir ajuda. –disse Denise com a calma de sempre.
-Vamos? –falou Paul.

Nove horas de voo e já desembarcavam no Los Angeles Airport.

POV’S DENISE

May 20th,07:38 Tuesday

-Eu já volto. –disse.
Fui até a recepção e a moça que estava atendendo me perguntou:
-Posso ajudar?
-Sim, eu e minha família -apontei- chegamos aqui agora e não temos uma casa. Por acaso não poderíamos deixar as malas aqui enquanto procuramos?
-Claro!-disse com um pouco de receio- Vocês acham que conseguem antes das 19 horas?
-Acho que sim. Qualquer coisa viremos buscar as malas e ficaremos em um hotel.
-Ok.
-Obrigada. -disse sorrindo.
-Não tem de que.

Fui até minha família.
-Bom, poderemos deixar nossas malas aqui pra procurar uma casa.
-Tem algum bairro que você prefere? –perguntou Paul.
-O mais perto de seu emprego.
-Vamos lá então.

POV’S NARRADORA

Eles foram até o bairro ¹Carmin’ Viena  procurar uma casa que estivesse a venda.

-Quem poderia nos ajudar? –perguntou Frankie, o filho mais novo.
-Olha, tem uma moça saindo do mercadinho, deve morar aqui perto. Podemos perguntar pra ela. –sugeriu Joe.
-Por que você não vai, Joe? –disse Denise.
-Eu não, tá louca?
-A meu filho, deixa de ser tímido.
-Não mãe, eu não vou.
-Vamos todos. –disse Nick.

Chegaram perto da moça e falaram:

-Olá! –disse Denise sorrindo.
-Olá! –disse moça.
-Nós somos de Nova Jersey e viemos de ultima hora até aqui por causa de uma transferência de trabalho do meu marido...
-Sim. –disse à moça que escutava com atenção.
-E... A empresa fica neste bairro. A senhora mora aqui?
-Moro sim. Vocês querem uma casa, certo? –disse a moça com certa doçura no olhar.
-Isso. –disse Denise, com um olhar de alivio.
-Pra alugar, comprar...?

-Comprar.
-Bom, eu não sei qual a renda de vocês, mas tem uma casa ótima na esquina da minha rua. Vocês deveriam dar uma olhada.
-Dinheiro não é problema. Daremos sim. Poderia nos dizer onde é? –perguntou Paul.
-Sim! Venham comigo.
-Só mais uma pergunta. –disse Denise.
-Sim! –disse a moça.
-Duas, aliás. Primeiro: Tem alguma escola ali perto?
-Sim, a minha filha estuda ali.
-Ótimo! Segundo: Qual seu nome? –A moça e Denise riram.
-Meu nome é Dianna, e o de vocês?
-Esses são Paul, meu marido. Kevin, meu filho mais velho. Joe, o mais velho depois do Kevin. Nick, depois de Joe. E o Frankie, o caçula. E eu sou Denise.
-Vocês são uma família linda. –disse Dianna.
-Obrigada, vamos andando? –perguntou Denise.

Denise e Dianna foram conversando na frente, enquanto Paul e os garotos conversavam logo atrás.

Com Denise e Dianna:
-E você, tem quantos filhos? –perguntou Denise, curiosa.
-Tenho quatro. David, Dallas, Demi, e Maddie.
-Qual a idade?
-David tem 22, Dallas tem 20, Demi tem 17 e Maddie tem 9. –disse Dianna, risonha– E os seus?
-Kevin tem 20, Joe tem 18, Nick tem 17 e Frankie tem 10.
-Mais ou menos a mesma faixa etária.
-Pois é. –Denise disse, as duas riram.

Com Paul e os garotos:
-Você se acostuma com a vida de solteiro, Nick. –disse Paul.
-Não acostumo, não. –Nick falou emburrado e fazendo bico.
-É que é difícil pra ele arranjar namorada. –falou Joe, em meio a risos. Seguido pelo riso de todos menos o de Nick.
-Falou o que nunca namorou. –falou Nick.
-fechou a cara- Por opção... –Joe falou e fez careta.
-Só se for delas. –Nick falou debochado.
-Tá, tá bom. Chega. Parece que vocês não sabem viver sem brigar.
Kevin e Frankie apenas observavam e se entre olhavam.
-Isso não foi uma briga. –disse Nick.
-Foi discussão de irmão. –falou Joe.
-É! –concordou Nick.
-Pelo menos, em algo, vocês concordam. –disse Paul.

¹Carmin’ Viena:  Este bairro não existe, eu inventei!


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Oie! Meu nome é Milla. Prazer!
Este foi o primeiro capitulo e eu espero que vocês gostem.

Qualquer erro, me perdoem! E posto quando tiver um comentário(?).